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T-REX

T-REX

11 AGOSTO – PORTIMÃO

O artista de Monte Abrão, Linha de Sintra, que integra a alargada família Mafia 73, começou por dar nas vistas em meados de 2018 com Chá de Camomila, um EP que continha singles como “Chá Preto” e que sucedia a temas anteriores como “My Way, lançado no Natal de 2017. Mas foi em 2018 que o seu especial som – mistura de rap e R&B, de trap e drill e de outras cadências futuristas – começou a fazer levantar cabeças. T-Rex, que canta e rima e produz, sabendo muito bem o que quer, estudou a fundo uma série de mestres, como confessou numa primeira entrevista ao Rimas e Batidas: além de nomes como Nigga Poison ou Força Suprema e Da Blazz, nos seus fones “rodava muito Sam the Kid, Boss AC, Halloween ou Valete, Regula ou Kalibrados, Da Weasel…” Fundações para um edifício muito sólido.

Em 2020, o EP Gota D’Espaço reforçou certezas sobre o enorme talento de um artista que recusa rótulos, preferindo inventar as suas próprias fórmulas. Em entrevista de apresentação desse trabalho, Rex sublinhava o quanto gostava de fundir estilos, reafirmando a sua versatilidade e o seu amor pela parte lírica dos temas, características que contribuem decisivamente para a profunda originalidade da sua arte.

A parede seguinte dessa torre que T-Rex tem vindo a erguer foi a que o palco lhe proporcionou: as salas foram crescendo de tamanho, os convites para actuar em festivais também e só em 2022 foi possível vê-lo e ouvi-lo no Nos Alive, Festival F, Sumol Summer Fest, Super Bock Super Rock colhendo aí os aplausos e confirmando o que tinha mostrado no ano anterior em estrondosa passagem pelo Teatro Tivoli, em Lisboa.

Tudo isso — o incansável trabalho de palco, a entrega física e extrema aos seus fãs, o cuidado nos vídeos e a séria abordagem ao estúdio, à produção e ao refinamento dos temas – estará bem reflectido em Cor D’Água, o prometido álbum de estreia apontado para o calendário de 2023. O véu já começou a levantar-se, com peças como “Donde”, single lançado em Dezembro último que mostra T-Rex como autor de canções que se agarram irremediavelmente aos ouvidos de toda uma geração: já soma cerca um milhão de streams entre Spotify e YouTube.

O trabalho notório de T-Rex também tem obrigado o seu telefone a não ter descanso, com chamadas para colaborações a chegarem de gente como Julinho KSD, Frankieontheguitar, D.A.M.A., 9Miller, Calema, NGA, Mobbers ou Lhast, que o chamou para marcar presença num tema ao lado de Rafaell Dior. Mais uns quantos sinais claros do caminho de uma estrela que não é cadente, antes ascendente e com brilho cada vez mais intenso.

T-Rex entra em 2023 com três grandes marcas no calendário: a edição de Cor d’água, o muito ansiado projecto de fôlego em que tem trabalhado nos últimos anos, e as datas dos Coliseus de Lisboa (4 de fevereiro) e do Porto (11 de Março). 2022, por outro lado, foi ano de conquistas sérias: sagrou-se o 4º artistas nacionais mais escutado no Spotify em Portugal, somou mais de 24 milhões de streams em 170 países e solidificou uma base de fãs com uma arte em que cruza diferentes nuances do hip hop, com ecos de r&B e afro pop à mistura.

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11 AGOSTO – PORTIMÃO

O artista de Monte Abrão, Linha de Sintra, que integra a alargada família Mafia 73, começou por dar nas vistas em meados de 2018 com Chá de Camomila, um EP que continha singles como “Chá Preto” e que sucedia a temas anteriores como “My Way, lançado no Natal de 2017. Mas foi em 2018 que o seu especial som – mistura de rap e R&B, de trap e drill e de outras cadências futuristas – começou a fazer levantar cabeças. T-Rex, que canta e rima e produz, sabendo muito bem o que quer, estudou a fundo uma série de mestres, como confessou numa primeira entrevista ao Rimas e Batidas: além de nomes como Nigga Poison ou Força Suprema e Da Blazz, nos seus fones “rodava muito Sam the Kid, Boss AC, Halloween ou Valete, Regula ou Kalibrados, Da Weasel…” Fundações para um edifício muito sólido.

Em 2020, o EP Gota D’Espaço reforçou certezas sobre o enorme talento de um artista que recusa rótulos, preferindo inventar as suas próprias fórmulas. Em entrevista de apresentação desse trabalho, Rex sublinhava o quanto gostava de fundir estilos, reafirmando a sua versatilidade e o seu amor pela parte lírica dos temas, características que contribuem decisivamente para a profunda originalidade da sua arte.

A parede seguinte dessa torre que T-Rex tem vindo a erguer foi a que o palco lhe proporcionou: as salas foram crescendo de tamanho, os convites para actuar em festivais também e só em 2022 foi possível vê-lo e ouvi-lo no Nos Alive, Festival F, Sumol Summer Fest, Super Bock Super Rock colhendo aí os aplausos e confirmando o que tinha mostrado no ano anterior em estrondosa passagem pelo Teatro Tivoli, em Lisboa.

Tudo isso — o incansável trabalho de palco, a entrega física e extrema aos seus fãs, o cuidado nos vídeos e a séria abordagem ao estúdio, à produção e ao refinamento dos temas – estará bem reflectido em Cor D’Água, o prometido álbum de estreia apontado para o calendário de 2023. O véu já começou a levantar-se, com peças como “Donde”, single lançado em Dezembro último que mostra T-Rex como autor de canções que se agarram irremediavelmente aos ouvidos de toda uma geração: já soma cerca um milhão de streams entre Spotify e YouTube.

O trabalho notório de T-Rex também tem obrigado o seu telefone a não ter descanso, com chamadas para colaborações a chegarem de gente como Julinho KSD, Frankieontheguitar, D.A.M.A., 9Miller, Calema, NGA, Mobbers ou Lhast, que o chamou para marcar presença num tema ao lado de Rafaell Dior. Mais uns quantos sinais claros do caminho de uma estrela que não é cadente, antes ascendente e com brilho cada vez mais intenso.

T-Rex entra em 2023 com três grandes marcas no calendário: a edição de Cor d’água, o muito ansiado projecto de fôlego em que tem trabalhado nos últimos anos, e as datas dos Coliseus de Lisboa (4 de fevereiro) e do Porto (11 de Março). 2022, por outro lado, foi ano de conquistas sérias: sagrou-se o 4º artistas nacionais mais escutado no Spotify em Portugal, somou mais de 24 milhões de streams em 170 países e solidificou uma base de fãs com uma arte em que cruza diferentes nuances do hip hop, com ecos de r&B e afro pop à mistura.

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