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NININHO VAZ MAIA

NININHO VAZ MAIA

12 AGOSTO – PORTIMÃO

Nininho Vaz Maia tem uma história e a sua história está cheia de música. Essa história é longa, com a música a ter um papel na sua vida desde sempre: “canto desde que me lembro”, confessa-nos, remetendo para a cultura do seu pai, cigano, que ele representa com orgulho. Num momento de privação pessoal, viu-se em casa sem nada para fazer e com uma viola por perto. E resolveu experimentar.“De repente, as coisas que foram chegando ao YouTube porque estava a partilhar com a família ficaram virais e foi aí que percebi que a música podia ter um papel importante na minha vida”.

Auto-didata de formação musical, hoje, Nininho não tem dúvida de que a música e o seu futuro estão ligados. “Foi importante perceber o quanto a minha música tocava nas pessoas. Isso é que fez a diferença, perceber que podia ajudar outros quando cantava as minhas emoções”, revela-nos. Com vários temas a somarem muitos milhões de visualizações no YouTube – êxitos reais e orgânicos como “Quiero Bailar”, “Soy Gitano”, “Não Sou Perfeito” ou “Saudade” – Nininho prepara-se agora para a próxima fase de uma carreira que, acredita ele mesmo, poderá fazer diferença. O cantor assinou pela Red Mojo, prepara um novo trabalho e não se tem poupado a esforços a pensar e a cuidar das suas próximas etapas que o deverão conduzir aos maiores palcos portugueses. “Sempre sonhei com concertos grandes e não temo os maiores palcos porque sei que há quem me queira ver e aplaudir. O que eu quero mostrar”, admite”,“é a evolução da cultura cigana”.

O cantor acredita que a cultura cigana tem valor e que a paixão, a alma e as características distintas desta música e dança poderão ajudar a derrubar barreiras: “A música pode transmitir uma imagem diferente, positiva, que ajude a criar harmonia. Acredito mesmo nisso”, diz-nos. O que explica que as suas canções sejam abraçadas por telenovelas populares (a personagem Rony, da novela “A Herdeira”, TVI, é ilustrada com um dos seus maiores êxitos e inspirada na sua própria figura) e que os seus concertos, de norte a sul do país, estejam sempre cheios.

“Agora é pensar cuidadosamente nos próximos passos”, diz-nos. Há um EP a ser preparado e um tema em que se vai cruzar com uma das maiores estrelas do rap lusófono, Prodígio, membro dos Força Suprema: “Fizemos um vídeo que tem uma mensagem muito forte, de paz e de crescimento”, explica Nininho. “A música pode transformar as vidas e pode também mudar a mentalidade das pessoas”, insiste. “E eu sinto que tenho uma missão a cumprir”.

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12 AGOSTO – PORTIMÃO

Nininho Vaz Maia tem uma história e a sua história está cheia de música. Essa história é longa, com a música a ter um papel na sua vida desde sempre: “canto desde que me lembro”, confessa-nos, remetendo para a cultura do seu pai, cigano, que ele representa com orgulho. Num momento de privação pessoal, viu-se em casa sem nada para fazer e com uma viola por perto. E resolveu experimentar.“De repente, as coisas que foram chegando ao YouTube porque estava a partilhar com a família ficaram virais e foi aí que percebi que a música podia ter um papel importante na minha vida”.

Auto-didata de formação musical, hoje, Nininho não tem dúvida de que a música e o seu futuro estão ligados. “Foi importante perceber o quanto a minha música tocava nas pessoas. Isso é que fez a diferença, perceber que podia ajudar outros quando cantava as minhas emoções”, revela-nos. Com vários temas a somarem muitos milhões de visualizações no YouTube – êxitos reais e orgânicos como “Quiero Bailar”, “Soy Gitano”, “Não Sou Perfeito” ou “Saudade” – Nininho prepara-se agora para a próxima fase de uma carreira que, acredita ele mesmo, poderá fazer diferença. O cantor assinou pela Red Mojo, prepara um novo trabalho e não se tem poupado a esforços a pensar e a cuidar das suas próximas etapas que o deverão conduzir aos maiores palcos portugueses. “Sempre sonhei com concertos grandes e não temo os maiores palcos porque sei que há quem me queira ver e aplaudir. O que eu quero mostrar”, admite”,“é a evolução da cultura cigana”.

O cantor acredita que a cultura cigana tem valor e que a paixão, a alma e as características distintas desta música e dança poderão ajudar a derrubar barreiras: “A música pode transmitir uma imagem diferente, positiva, que ajude a criar harmonia. Acredito mesmo nisso”, diz-nos. O que explica que as suas canções sejam abraçadas por telenovelas populares (a personagem Rony, da novela “A Herdeira”, TVI, é ilustrada com um dos seus maiores êxitos e inspirada na sua própria figura) e que os seus concertos, de norte a sul do país, estejam sempre cheios.

“Agora é pensar cuidadosamente nos próximos passos”, diz-nos. Há um EP a ser preparado e um tema em que se vai cruzar com uma das maiores estrelas do rap lusófono, Prodígio, membro dos Força Suprema: “Fizemos um vídeo que tem uma mensagem muito forte, de paz e de crescimento”, explica Nininho. “A música pode transformar as vidas e pode também mudar a mentalidade das pessoas”, insiste. “E eu sinto que tenho uma missão a cumprir”.

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